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Amazonas

Comunidades rurais do Amazonas ganham novos terminais flutuantes com mais segurança e conforto

Com o objetivo de reforçar a segurança no transporte fluvial e expandir o acesso a serviços básicos no interior do estado, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), deu início à construção de 50 novos terminais flutuantes. A ação conta com investimento de mais de R$ 54,8 milhões e faz parte da nova fase do projeto de infraestrutura portuária comunitária, iniciado em 2022, que já entregou 31 unidades em diversas calhas de rios amazonenses.

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Os equipamentos oferecem estrutura adequada para o embarque e desembarque de passageiros e cargas, proporcionando abrigo e melhores condições de segurança e conforto à população que utiliza o transporte fluvial. Os terminais também contribuem para proteger produtos e mercadorias durante a espera pelas embarcações, além de favorecer o abastecimento, a geração de renda e o acesso a serviços essenciais.

O secretário de Estado de Infraestrutura, Carlos Henrique Lima, destacou a qualidade e mobilidade dos terminais fluviais e afirmou que as 50 estruturas serão entregues até o final do mês de outubro.

“Estamos fiscalizando a construção desses 50 terminais flutuantes e em breve, as comunidades terão uma melhoria na infraestrutura portuária, dando suporte à educação em todo estado. Esses são terminais que podem entrar em qualquer comunidade, independente do nível dos rios. Até dia 30 de setembro, entregaremos 20 desses terminais e até 20 de outubro, os outros 30 terminais flutuantes”, declarou.

Além de fortalecer a mobilidade das comunidades ribeirinhas, os novos terminais flutuantes representam um importante investimento no acesso à educação. As estruturas irão oferecer abrigo, segurança e melhores condições de espera para crianças e adolescentes que utilizam o transporte fluvial escolar, contribuindo para que o deslocamento até a escola seja realizado com mais conforto, dignidade e segurança. Dessa forma, a iniciativa amplia as condições para o acesso e a permanência dos estudantes na rede de ensino, aproximando comunidades ribeirinhas de novas oportunidades por meio da educação.

Estrutura

Os terminais flutuantes possuem estruturas modernas, com 168 m², capacidade de carga de 15 toneladas, piso antiderrapante, iluminação em LED e energia solar, ou seja, não será necessário nenhum tipo de fiação para sua utilização.

São compostos por boias, perfis alocados no sentido transversal e longitudinal, e um convés, todos em aço. Além disso, possuem instalação de uma cobertura de 8,20 metros por 10 metros, com cinco tesouras apoiadas e 10 pilares metálicos.

Também incluem pontos de atracação de embarcações e futuras amarrações, boias salva-vidas, extintores de incêndio, bancos, coletores com lixeiras, rampa com guarda-corpo e, ainda, luminária de sinalização náutica, conforme norma técnica, com alimentação autônoma através de placas solares.

31 terminais flutuantes entregues

1. Alvarães: distrito de Nogueira;
2. Amaturá: comunidade indígena Nova Itália;
3. Anamã: distrito de Arixi;
4. Anori: vila do Cuianã;
5. Atalaia do Norte: sede do município;
6. Autazes: vila Novo Céu;
7. Barcelos: porto de Moura;
8. Barreirinha: distrito de Cametá do Ramos;
9. Benjamim Constant: comunidade indígena Feijoal
10. Benjamim Constant: comunidade indígena e Filadélfia;
11. Beruri: comunidade Santa Maria do Pupunha I;
12. Boa Vista dos Ramos: comunidade Sagrado Coração de Jesus do lago Preto do Ramos;
13. Boa Vista dos Ramos: comunidade Menino Deus do rio Curuçá;
14. Borba: distrito de Axinim;
15. Careiro: comunidade Purupuru;
16. Humaitá: porto de Auxiliadora;
17. Japurá: comunidade Acanauí
18. Juruá: porto da cidade de Juruá;
19. Jutaí: porto de Copatana;
20. Manicoré: comunidade Cachoeirinha;
21. Manicoré: comunidade Democracia;
22. Maués: comunidade Bom Jesus do Canela;
23. Nhamundá: porto da cidade;
24. Parintins: distrito de Mocambo;
25. Parintins: comunidade Bom Socorro do Zé Açú;
26. Santo Antônio do Içá: comunidade indígena Vila Betânia;
27. São Paulo de Olivença: comunidade Campo Alegre;
28. São Sebastião do Uatumã: distrito de Santana;
29. Tapauá: comunidade Foz de Tapauá;
30. Tefé: comunidade do Caimbé;
31. Urucurituba: vila do Tabocal.

 

Fonte: ASCOM/SEINFRA

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