Com o título “Suporte Básico à Vida sobre Duas Rodas: um case de sucesso”, o relato dessa experiência com a utilização das motolâncias no ano passado vai representar a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) na 6ª Mostra “Amazonas, Aqui Tem SUS!”, marcada para os dias 7 e 8/5. A seleção para o evento estadual ocorreu depois de premiação em quarto lugar na 3ª edição da Mostra “Manaus, Aqui Tem SUS”, promovida pela Prefeitura de Manaus em março deste ano.
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As motolâncias são adotadas pelo Samu Manaus, desde 2012, para reforçar a estrutura da rede de urgência e emergência na cidade, tornando o atendimento mais ágil e eficiente para a população. Atualmente, a frota é composta por 18 motocicletas, sendo que 16 atuam de forma contínua e duas ficam como reserva técnica.
A chefe do Núcleo de Educação em Urgência do Samu Manaus, Leda Lima Sobral, explica que as motolâncias são utilizadas nos atendimentos às emergências previstas para o Samu, conduzidas por técnicos de enfermagem habilitados, com formação em curso de condutor de veículo de emergência, pilotagem defensiva, ofensiva e evasiva, além de experiência em atendimentos de emergência.
“Consideramos um case de sucesso porque, através da motolância, conseguimos reduzir o tempo resposta e antecipar o início do atendimento em cerca de cinco minutos, já que os veículos conseguem chegar mais rapidamente no local da ocorrência e iniciar os primeiros atendimentos até a chegada das ambulâncias de Unidade de Suporte Básico (USB) ou Avançado (USA). Isso garante a redução da mortalidade e das sequelas definitivas, facilitando a recuperação das vítimas das ocorrências”, afirmou Leda.
A equipe das motolâncias é deslocada em duplas e transporta materiais para atendimento de emergência, e o deslocamento ocorre de acordo com a indicação da Central de Regulação. A estratégia de utilização das motolâncias deslocadas em apoio às equipes apresenta vantagens em situações como o atendimento às vítimas de parada cardiorrespiratória (PCR) e para a utilização do Desfibrilador Externo Automático (DEA).
“Nas PCRs clínicas, a grande vantagem das motolâncias é garantir a aplicação em tempo hábil da desfibrilação com o DEA e da RCP (ressuscitação cardiopulmonar), com o retorno à circulação espontânea”, apontou Leda Sobral.
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Indiretamente, de acordo com Leda Sobral, a utilização das motocicletas também contribui para a redução dos gastos com a saúde pública. “O atendimento precoce reduz sequelas e, consequentemente, o tempo de internação do paciente”, concluiu Leda.
Fonte: ASCOM/SAMU
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