
Anielle Franco é escolhida uma das mulheres do ano de 2022 pela revista ‘Time’
Anielle Franco, 38 anos, ministra da Igualdade Racial no governo Lula, foi eleita como uma das 12 mulheres do ano de 2022, pela revista Time.
LULA

Anielle Franco, 38 anos, ministra da Igualdade Racial no governo Lula, foi eleita como uma das 12 mulheres do ano de 2022, pela revista Time.

O Minha Casa, Minha Vida promete priorizar as famílias de baixa renda e chefiadas por mulheres. Após o evento de lançamento, o governo federal divulgou as faixas de renda, requisitos e prioridades para o programa habitacional.

A cerimônia está prevista para o fim de abril em Lisboa, quando o oficial visita o país, e acontece quatro anos depois do músico e escritor ser laureado.

O esforço interministerial também busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa e gerar renda e qualidade de vida para a população que vive e se relaciona com a floresta.

O vídeo publicado nas redes sociais do presidente traz imagens das câmeras de segurança da sede do Poder Executivo durante os atos de destruição, dos estragos que ficaram e das primeiras ações de coleta de vestígios para investigação dos responsáveis e limpeza dos espaços.

O infectologista Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda e a sanitarista Adele Benzaken serão condecorados pelo governo federal com a Ordem Nacional do Mérito Científico. Em novembro de 2021, os dois chegaram a ser agraciados com a honraria em decreto assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reconduzido à presidência do Senado nesta quarta-feira (1º). Pacheco obteve 49 votos contra 32 de Rogério Marinho (PL-RN). Não houve nenhum voto em branco.

Também estão previstas para esta segunda-feira a assinatura de atos bilaterais e uma declaração conjunta à imprensa na Casa Rosada, sede do governo argentino. À tarde, ainda em Buenos Aires, Lula participa de encontro com empresários locais e se reúne com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) vai assumir pela primeira vez a Presidência da República na noite de deste domingo, com a ida do presidente Lula (PT) à Argentina.

A demissão ocorreu após indisposição do governo com o Exército em razão da invasão das sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Parte dos extremistas que atacaram os prédios públicos na praça dos Três Poderes estava acampada em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília.

O suspeito foi preso por incentivar o cometimento de um homicídio contra o Presidente da República.

A decisão do decreto foi tomado em uma reunião, nesta sexta-feira (20), com ministros de Estado e os comandantes das Forças Armadas. No encontro, o grupo definiu as ações que serão tomadas durante a viagem emergencial de Lula até Roraima.

Ela tomou posse em cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também estavam presentes a primeira-dama, Janja, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

O documento foi encontrado na terça-feira, quando a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de Torres, em Brasília, na investigação sobre os atos golpistas na Praça dos Três Poderes. A informação foi divulgada, primeiramente, pelo jornal Folha de S. Paulo.

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