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COMUNICAÇÃO

INSS avalia redução de força para pagar auxílio-acidente

O advogado previdenciário Robson Gonçalves explica que o INSS utiliza o Quadro nº 8 do Anexo III do Decreto 3.048/1999 para avaliar casos de redução de força em braços e pernas. Quando a sequela muscular ou neurológica é permanente, em grau sofrível ou inferior, e reduz a capacidade para o trabalho habitual, pode gerar direito ao auxílio-acidente indenizatório.

Mercado de IA deve movimentar US$ 400 bilhões até 2027

O mercado de IA segue em alta e deve superar US$ 400 bi até 2027, segundo a Stocklytics. Ferramentas como GPT Maker tendem a se popularizar para criar agentes de atendimento, marketing e suporte. Cresce também o modelo de agências de IA, em que profissionais desenvolvem soluções escaláveis para diferentes setores. A tecnologia deixa de ser só automação e cria novos ofícios e uma nova economia criativa.

Empresas brasileiras incorporam políticas de luto e apoio

Empresas brasileiras incorporam políticas de luto e apoio

Companhias de diferentes setores passam a incluir o luto em suas políticas internas de bem-estar, refletindo uma mudança cultural na forma como o tema é tratado nas organizações. Conteúdos setoriais do Great Place to Work Brasil indicam que esse movimento representa maturidade na gestão emocional e institucionalização de práticas de acolhimento.

Advogado explica como conseguir o auxílio-acidente

Advogado explica como conseguir o auxílio-acidente

Robson Gonçalves, advogado previdenciário, explica que o auxílio-acidente é um benefício indenizatório do INSS pago quando, após acidente ou doença, fica uma sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho. O valor é calculado sobre a média dos salários, pode ser recebido junto com o salário e é mantido até a aposentadoria ou morte do segurado.