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Festival de Parintins 2026: Procon-AM alerta consumidores sobre golpes na compra de passagens, ingressos e hospedagens

Atenção maior deve ser para fraudes e a importância de checagem das ofertas antes de realizar pagamentos

Festival de Parintins 2026: Procon-AM alerta consumidores sobre golpes na compra de passagens, ingressos e hospedagens
(Foto: Divulgação/Secretaria de Cultura)

Com a aproximação do 59° Festival de Parintins, o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) orienta turistas e brincantes para que tenham atenção ao realizar compras e contratações de serviços relacionados ao evento. O objetivo é prevenir que os consumidores sofram golpes e garantir a segurança na hora da compra.

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Os golpes mais registrados durante o período do festival envolvem a comercialização de ingressos falsos, hospedagens inexistentes e passagens falsas, que, em muitos casos, um bilhete é vendido para mais de uma pessoa ou sequer chega a ser emitido após o pagamento.

De acordo com o diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, é fundamental que o consumidor desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado. Segundo ele, os golpistas oferecem preços atrativos para o período do festival, e no fim, se aproveitam da ansiedade dos turistas e do receio de perder o evento para pressioná-los a pagar imediatamente, sem as devidas verificações.

Para ter um passeio seguro e confortável, o Procon-AM orienta que os consumidores:

Checar o histórico da empresa: Priorizar empresas credenciadas, com CNPJ ativo, histórico comprovado e avaliações de outros clientes.
Desconfiem de canais informais: Evite fechar negócios com perfis recém-criados em redes sociais ou sites sem canais oficiais de suporte.
Mantenham a atenção na forma de pagamento: Golpistas priorizam transferências via PIX ou boletos, modalidades onde a recuperação do dinheiro é mais difícil após o envio.

O sumiço do vendedor logo após a confirmação do pagamento é um dos principais sinais de golpe. Caso isso aconteça, a recomendação é registrar imediatamente todas as provas, como capturas de tela das conversas, links dos anúncios e os comprovantes bancários, além de registrar um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia mais próxima ou por meio da internet, acessando a Delegacia Virtual.

 

Fonte: ASCOM/PROCON-AM

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