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Presidente dos EUA vai pressionar China para conter ações da Coreia do Norte

Presidente dos EUA vai pressionar China para conter ações da Coreia do Norte

Presidente dos EUA vai pressionar China para conter ações da Coreia do Norte
( Foto: Reprodução )

Biden avalia que arsenal nuclear da norte-coreano representa uma ameaça para a paz e a estabilidade de toda a Ásia

presidente dos EUA, Joe Biden, chegou à Ásia neste sábado (12) com a missão de pressionar o líder chinês Xi Jinping a frear as “piores tendências” da Coreia do Norte. Os dois líderes se encontram pessoalmente pela primeira vez durante a cúpula do G20 em Bali, na Indonésia.

Na reunião das principais economias do mundo, Biden dirá a Xi que a China “está interessada em conter as piores tendências da Coreia do Norte”, disse o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan.

O líder dos EUA chegou à capital do Camboja para participar da cúpula da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) antes de seguir para Bali para o G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.

Biden também dirá a Xi que, se o acúmulo de mísseis e armas nucleares da Coreia do Norte “continuar nesse caminho, isso significará simplesmente um aumento da presença militar e de segurança dos EUA na região”.

Falando a bordo do jato presidencial do Força Aérea Um pouco antes de chegar ao Camboja, Sullivan disse que Biden não fará exigências à China, mas dará a Xi “sua perspectiva”. Ele observa que “a Coreia do Norte representa uma ameaça não apenas para os Estados Unidos, não apenas para Coreia do Sul e Japão, mas para a paz e a estabilidade de toda a região”.

O líder dos EUA chegou à capital do Camboja para participar da cúpula da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) antes de seguir para Bali para o G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.

Biden também dirá a Xi que, se o acúmulo de mísseis e armas nucleares da Coreia do Norte “continuar nesse caminho, isso significará simplesmente um aumento da presença militar e de segurança dos EUA na região”.

Fonte: R7.COM

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