O resultado do Índice de Desenvolvimento Básico da Educação (Ideb) de 2025, divulgado no mês de agosto deste ano, mostrou que a escola municipal José Carlos Mestrinho, da Prefeitura de Manaus, alcançou a maior nota no Anos Iniciais entre todas as capitais do país, com 9,0. A unidade de ensino já tinha sido destaque em 2023 com a nota 8,3, quando foi a maior nota da região Norte no mesmo quesito.
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Essa nota ajudou Manaus a ficar em 6º lugar nos Anos Iniciais entre as capitais, com a 5ª maior nota do país. Fruto do desempenho da dedicação dos professores e do planejamento realizado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) que, desde 2023, tem realizado o programa Educa+ Manaus.
O secretário municipal de Educação, professor Arone Bentes, explicou que a escola é apontada como um caso muito bem-sucedido, com desempenho extraordinário na educação básica. Segundo ele, esse é o resultado de um programa pedagógico bem estruturado, da participação da administração.
“Esse resultado destaca principalmente a atuação dos professores, que motivaram as equipes e os alunos. Chegamos à nota nove, que é a maior entre as capitais do Brasil. A escola José Carlos Mestrinho, por esse resultado, é a melhor escola nos anos iniciais do Brasil”, afirma o secretário.
Com 35 anos de carreira na área da educação, a gestora Vera Lina Aragão, da escola José Carlos Mestrinho, destaca a importância do prêmio como um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na escola e revela o quanto se sente realizada por encerrar sua trajetória profissional com chave de ouro.
“Foi uma surpresa para mim representar a região Norte nessa premiação, principalmente por poder levar o nome da Semed a um patamar de destaque. Essa conquista é fruto do trabalho sério e comprometido dessa verdadeira família que é a nossa escola. Neste ano, me aposento e concluo minha jornada como educadora com honra e maestria. Sinto que fiz tudo o que estava ao meu alcance para transformar vidas por meio da educação”, reforçou Vera.
Há 15 anos responsável pelas turmas de 5º ano da unidade, o professor Ricardo Ferreira enfatizou que a metodologia envolve um estudo aprofundado da prova, e que o simulado não deve ser apenas uma atividade aplicada por aplicar. Segundo ele, é preciso conhecer os critérios, a estrutura da avaliação, a forma de correção e as escalas de proficiência, pois esse conhecimento permite elaborar atividades de qualidade e aproximar o trabalho realizado em sala das avaliações externas.
“Quando você conhece bem a fundo a prova, consegue passar uma atividade de qualidade para o aluno. Ele aproxima a atividade interna da atividade externa e isso faz com que a gente consiga alcançar esse resultado. O chamamento da família também é superimportante, porque ela acaba sendo uma parceira quando você mostra a sua qualidade, a sua metodologia e a seriedade do que está sendo trabalhado em sala de aula”, finaliza o professor.
Fonte: ASCOM/SEMED
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