Usuários de transporte coletivo foram surpreendidos com a retirada de circulação de ônibus das ruas de Manaus na tarde desta segunda-feira (20), após o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus anunciar greve da categoria. A paralisação teve início por volta das 13h30, deixando milhares de passageiros sem transportes em diferentes pontos da capital.
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Os primeiros reflexos do movimento foram registrados nas proximidades das plataformas do Centro, do Terminal de Integração 1 (T1) e do Terminal da Matriz, onde dezenas de ônibus interromperam as atividades.
Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir Oliveira, a decisão foi tomada após o fracasso das negociações com as empresas responsáveis pelo transporte coletivo. O anúncio da greve foi feito por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais.
“Cansado do desprezo das empresas com os trabalhadores, nesse exato momento acabou o diálogo. A partir de agora é greve. Cem por cento da categoria”, declarou.
No pronunciamento, Givancir também orientou motoristas, cobradores e demais profissionais a interromperem as atividades nos terminais, garagens e principais avenidas da capital, ampliando o alcance da paralisação.
Sinetram diz que foi surpreendido com a paralisação
Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou que foi surpreendido pela greve e afirmou que não recebeu comunicação prévia do Sindicato dos Rodoviários sobre a deflagração do movimento.
A entidade destacou que vinha mantendo diálogo com a categoria e reiterou que permanece aberta às negociações para buscar uma solução para as reivindicações dos trabalhadores.
O Sinetram também ressaltou que a interrupção do transporte coletivo afeta diretamente milhares de passageiros que dependem diariamente dos ônibus para se deslocar pela cidade.
Diante da paralisação, o sindicato patronal informou que adotará medidas judiciais para tentar restabelecer a operação do sistema e minimizar os impactos à população. Por fim, reafirmou a expectativa de que o serviço seja normalizado o mais breve possível.
Fonte: EM TEMPO
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