Emirates deixará de operar em 145 localidades

Emirates deixará de operar em 145 localidades

Internacional

A Emirates anunciou neste domingo (22) que vai suspender operações a partir de quarta-feira (25) devido à pandemia de covid-19. A estatal continuará a transportar passageiros para Reino Unido, Suíça, Hong Kong, Tailândia, Malásia, Filipinas, Japão, Cingapura, Coréia do Sul, Austrália, África do Sul, EUA e Canadá.

Saiba quais outras companhias aéreas cancelaram voos e promoveram cortes ante a crise.

Segundo comunicado, a companhia deve retomar as operações assim que as fronteiras forem reabertas. “O mundo entrou em quarentena devido à pandemia de coronavírus. É um problema sem precedentes em termos de amplitude e escala: geograficamente, bem como dos pontos de vista da saúde, social e econômico”, declarou Ahmed bin Saeed Al Maktoum, CEO e presidente do Emirates Group.

O novo coronavírus, responsável pelo surto global da covid-19, infectou até o momento mais de 30o mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 14.000 morreram. Depois de surgir na China, em dezembro, o patógeno da doença se espalhou por todo o mundo, o que levou a OMS (Organização Mundial da Saúde) a declarar uma situação de pandemia.

A Europa é o novo epicentro da instabilidade na saúde pública, com a Itália concentrando o maior número de vítimas: são 5,476 mortos e 59,138 casos confirmados até as 15h deste domingo.

Crise atingiu o setor

Companhias aéreas de todo o mundo têm relatado dificuldades em cobrir custos e pagar salários com frotas aterradas e cada vez mais fronteiras fechadas para os viajantes. Algumas empresas suspenderam completamente as viagens, como a Royal Jordanian, que realiza apenas voos de carga.

A Copa Airlines do Panamá anunciou no sábado (21) a suspensão todos os voos até o fim de abril. A Austrian Airlines também encerrou temporariamente as atividades na última semana. Dada a queda na demanda, a Trans State Airlines, que havia planejado fechar até o fim do ano, interromperá as operações em abril devido ao impacto do coronavírus.

Fonte: Poder360

 

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