Indústria 4.0 exigirá capacitação profissional

Notícias

A Indústria 4.0 está em pleno vapor! Inteligência artificial, robótica, impressão 3D, big data, realidade virtual e computação em nuvem são apenas algumas possibilidades promovidas pela Quarta Revolução Industrial, mas, em contrapartida, todas essas mudanças vêm impactando no mercado de trabalho, exigindo que os profissionais se qualifiquem e se capacitem o tempo todo.

Para contribuir com a formação de mão de obra especializada para atuar nesse cenário digital, o ex-Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que com a nova configuração federal se tornou Secretaria do Ministério da Economia, por meio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) e do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (CAPDA), habilitou a Fundação de Apoio Institucional Muraki, a atuar como Instituição coordenadora do Programa Prioritário de Formação de Recursos Humanos (PPRH), o que significa a elevação de qualificação profissional regional, já que irá coordenar cursos de vários âmbitos junto às instituições de ensino e ao empresariado.

Agora, as empresas incentivadas pela Lei de Informática e que obrigatoriamente recolhem impostos anualmente ao governo federal, poderão aplicar esses recursos de P&D, no PPRH e aumentar a competitividade.

Como funciona o PPRH

Como coordenadora do Programa, a Muraki tem a responsabilidade de incentivar os institutos de ensino e pesquisa a atuarem como executoras dos cursos, de acordo com as necessidades das empresas e das diretrizes do CAPDA/SUFRAMA.

Além disso, a coordenadora também deve, em conjunto com a executora, estimular as empresas a investirem em cursos de qualificação de alto nível e que apresentam escassez de profissionais no mercado. Em seguida, a coordenadora irá acompanhar as atividades das executoras e prestará contas aos órgãos competentes.

Benefícios às empresas

O mais relevante é que este investimento, além de proporcionar uma melhoria no ambiente interno da empresa, apresenta importantes benefícios, nos termos da lei, tais como: ausência de risco de glosa (reprovação do projeto e pagamento de multa); a comprovação do cumprimento da obrigação tributária, correspondente ao investimento em P&D, pode ser feita apenas com a apresentação do recibo de depósito na conta do PPRH; há desburocratização de prestação de contas relativo à P&D, dentre outros.

 

QUEM SOMOS

A Fundação de Apoio Institucional Muraki foi criada em 13 de julho de 1999 como uma instituição do terceiro setor, de natureza privada sem fins lucrativos.

A Fundação Muraki possui como missão: “Captar, executar e gerenciar projetos e atividades destinadas ao desenvolvimento científico e tecnológico, educacional, artístico e cultural, bem como à preservação do meio ambiente, tendo sempre em foco a satisfação do cliente, os parâmetros legais e os interesses da sociedade”.

Ao longo dos 18 anos de sua existência, a Fundação Muraki realizou a gestão administrativa e financeira de mais de 500 projetos, nas áreas de: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica; Educação e Capacitação Técnica; Promoção à Saúde; Preservação do Meio Ambiente e de apoio à Comunidade Indígena.

Seu compromisso, enquanto coordenadora do PPRH, é contribuir com a formação de recursos humanos que se apresentem ao mercado de trabalho de forma altamente qualificada, além de viabilizar às indústrias do PIM uma alternativa segura para os investimentos em P&D, beneficiando, também, aquelas que trabalham com PPB.

 Programa Prioritário

Os programas prioritários são conjuntos de projetos estratégicos voltados ao desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação que possuem grande relevância para o desenvolvimento regional. Por meio desses programas, empresas beneficiárias da Lei nº 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e aquelas que possuem obrigação de aplicação de recursos em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), estabelecida na definição do Processo Produtivo Básico (PPB), poderão investir em projetos que estejam alinhados com esses temas. Além da Formação de Recursos Humanos, também são programas prioritários Economia Digital e Bioeconomia.

 

Por Cristina Monte/Amazônia Sem Fronteira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *