Receitas e ingredientes tradicionais podem servir para popularizar uma nação internacionalmente, além de aquecer setores internos
Muitos governos usam grandes quantias de dinheiro para mostrar ao mundo um pouco da cultura local, com o objetivo de atrair turistas e consolidar suas marcas nacionais no mundo. Música, cinema e esportes são armas institucionais conhecidas, mas a diplomacia da gastronomia também tem seu espaço.
A cozinha pode ser uma janela de apresentação de um país para os demais. Quem não conhece a pizza italiana, o queijo francês, a vodka russa ou até o sashimi japoneses, o famoso peixe cru? Todos estes pratos e ingredientes representam uma nação aos quatro cantos do planeta.
O professor de relações internacionais da Facamp (Faculdades de Campinas) James Onnig explica que a gastronomia pode ser um exemplo de soft power — quando um país exerce alguma influência em outros Estados sem o uso de força bélica.
“A diplomacia da gastronomia é uma forma de soft power que os países usam para vender a imagem do país, passar a imagem do país de uma forma mais delicada, suave, representativa. Como isso, eles atraem a atenção dos outros países e estabelecem relações mais próximas”, conta Onnig ao R7.
Fonte: R7.COM





