A data escolhida para a comemoração do Dia Nacional da Inovação é 19 de outubro. A data foi oficialmente instituída no Brasil em 14 de janeiro de 2010, por meio da Lei nº 12.193. Essa escolha remete a um importante marco da criatividade e da ciência brasileira: 19 de outubro de 1901, dia em que Alberto Santos Dumont realizou o primeiro voo bem-sucedido contornando a Torre Eiffel, em Paris.
A tecnologia pode ser aplicada em várias áreas, mas sua utilização exige qualidade dos dados, governança, conhecimento técnico, participação das equipes de operação e capacidade de validar as recomendações geradas pelos algoritmos.
"A inteligência artificial deixou de ser apenas uma tendência tecnológica e passou a integrar a rotina de muitas empresas. O RH estratégico precisa compreender aspectos como crescimento, margem, produtividade, risco, reputação, governança, tecnologia e futuro do trabalho", salienta Vininha F. Carvalho, economista, administradora de empresas e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
A inteligência artificial colocou ao alcance das pessoas capacidades que, até pouco tempo, exigiam conhecimentos específicos e a atuação de diferentes profissionais para transformar um projeto em realidade.
A transição de modelos manuais para ambientes integrados consolidou-se como um passo decisivo para proteger a saúde financeira corporativa e fortalecer a credibilidade entre as partes interessadas. Essa tecnologia está cada vez mais presente nas decisões empresariais. Ferramentas capazes de analisar dados, recomendar investimentos, avaliar contratações e sugerir cortes de despesas já fazem parte da rotina de muitas organizações.
Para a advogada Ana Franco Toledo, sócia do escritório Dosso Toledo Advogados, a inteligência artificial pode contribuir muito para a eficiência das empresas, mas não substitui o dever de cuidado de quem toma as decisões. Os administradores precisam compreender os limites da tecnologia, avaliar as informações recebidas e estabelecer mecanismos de controle. O uso de uma ferramenta tecnológica não afasta, por si só, a responsabilidade por eventuais falhas de gestão.
"A evolução da tecnologia não tem um limite definitivo de criatividade, mas está sujeita às leis da física, à disponibilidade de energia e à ética de quem a desenvolve. Não há limites para seu uso nem para desfrutar dos benefícios da inteligência artificial. Ela não diminui o valor da experiência acumulada, mas faz com que possamos ir muito mais longe", finaliza Vininha F. Carvalho.




