Três em cada quatro empresas (74%) estruturam parte significativa de seu trabalho em torno de resultados, mas apenas 15% estão, de fato, preparadas para entregar esses resultados de forma consistente, segundo uma nova pesquisa global da Vertage, líder em tecnologia para RH. Essas empresas — classificadas como “preparadas para resultados” — registram níveis mais elevados de satisfação do cliente (91% contra 67%), maior eficácia na concretização de metas estratégicas (86% contra 65%) e uma conversão mais rápida de oportunidades em valor (85% contra 64%). Elas também possuem um diferencial cultural: 69% de seus colaboradores compreendem sua própria contribuição e conseguem adaptar sua forma de trabalhar, em comparação com apenas 34% nas demais organizações.
“A adoção de IA já não é o fator que distingue as empresas de alto desempenho das demais; o que realmente faz a diferença é o preparo para uma gestão focada em resultados”, afirma Edzard Overbeek, CEO do Grupo Vertage. “As empresas mais bem-sucedidas organizam pessoas, parceiros e IA em torno de um resultado claro, mantendo, sempre, o julgamento humano no centro do processo.”
O estudo, intitulado A Economia de Resultados em Ação, baseia-se em dados de 800 tomadores de decisão corporativos e 1.200 colaboradores em seis mercados, além de entrevistas aprofundadas com lideranças seniores. A conclusão central é evidente: o trabalho orientado a resultados tornou-se uma prática comum, mas a capacidade de executá-lo com eficácia ainda é rara. O relatório revela o que diferencia as empresas preparadas para resultados e oferece orientações práticas sobre como alinhar responsabilidades, sistemas, cultura, tecnologia e decisões relacionadas à força de trabalho para superar essa lacuna.
Como as empresas pioneiras organizam e realizam o trabalho
O relatório identifica três dimensões do preparo para uma gestão focada em resultados: a estrutural – organizar responsabilidades, investimentos e decisões em torno de resultados; a operacional – integrar colaboradores, especialistas, parceiros e IA em um sistema único; e a cultural – proporcionar às pessoas a clareza, a confiança e a autonomia necessárias para realizar adaptações.
- Empresas preparadas para resultados planejam a entrega por meio de uma estratégia que abrange colaboradores, parceiros, fornecedores e IA (57% contra 40% na média geral).
- Elas têm maior probabilidade de mensurar o custo total da entrega de resultados (55% contra 31%).
- Estar preparado para resultados também significa transformar a capacidade da IA em uma experiência melhor para a força de trabalho. No entanto, 71% dos tomadores de decisão afirmam que a IA aumentou a capacidade organizacional, em comparação com 43% dos colaboradores — uma diferença de 28 pontos percentuais que indica que a adoção da tecnologia está avançando mais rapidamente do que a reformulação do trabalho.
Isso ajuda os líderes a decidir se devem desenvolver competências internamente, adquiri-las de parceiros, recorrer a talentos flexíveis ou automatizar processos com IA.
Como observou um executivo entrevistado para o relatório: “Não importa quantas pessoas você coloque na pista de dança — a dança precisa ter este formato”. O resultado define o que é considerado um bom desempenho; o modelo de entrega pode se adaptar a ele.
Por que a cultura faz a diferença
A cultura transforma a capacidade humana em vantagem competitiva. Clareza, confiança e a autonomia para exercer o próprio discernimento, e não apenas o uso da tecnologia, são os fatores que fazem a diferença. Exemplos reais ilustram isso: uma empresa concedeu a equipes multidisciplinares a autoridade para entregar resultados definidos em ciclos de 90 dias; outra tornou o questionamento dos resultados gerados pela IA parte das atribuições dos colaboradores, ajudando-os a identificar erros mais cedo e a aumentar a confiança e a precisão.
“A preparação para resultados começa pela cultura”, afirma Overbeek. “As pessoas precisam compreender o resultado esperado, saber em que pontos podem questionar e sentir que possuem a confiança necessária para usar seu próprio discernimento. Essa clareza ajuda as empresas a fazerem escolhas mais acertadas sobre como o trabalho é realizado.”
Superando a lacuna na preparação para resultados
O diagnóstico de cinco estágios da Vertage mostra aos líderes em que ponto sua empresa se encontra na jornada que vai de um modelo focado em recursos para um modelo focado em resultados — incluindo as etapas intermediárias e as duas ou três mudanças específicas que podem impulsionar esse avanço.
Sarah White, fundadora e diretora administrativa da Lemon — uma empresa independente de estratégia e pesquisa especializada em RH e tecnologia voltada a talentos — e colaboradora deste relatório, afirmou: “A conclusão mais importante desta pesquisa não é o fato de que apenas uma pequena parcela das organizações está preparada para focar em resultados. O ponto central é que a grande maioria está passando por uma mudança fundamental na forma como o trabalho é organizado. Nenhuma empresa precisa ter todo o seu futuro modelo operacional definido hoje. O que importa é identificar onde estão as lacunas e começar a implementar mudanças deliberadas.”
Descubra em que estágio sua empresa se encontra e quais mudanças priorizar. Baixe o relatório e utilize a ferramenta de diagnóstico de prontidão para resultados estruturada em cinco etapas disponível aqui.
O próximo relatório da Vertage explorará como as organizações podem preservar o diferencial humano à medida que a IA transforma o trabalho em níveis iniciais, o aprendizado, a progressão na carreira e a colaboração entre humanos e IA.
Sobre a Vertage
A visão da Vertage é tornar-se o motor de amplificação que transforma a forma como o trabalho é realizado. Ao reunir a combinação ideal de talentos especializados e inteligência artificial, a Vertage busca ajudar pessoas e empresas a avançar com mais agilidade, pensar de forma mais ampla e manter-se à frente na era da inteligência. Alicerçada em décadas de experiência em gestão de força de trabalho, governança de nível corporativo e uma comunidade global de 1,5 milhão de talentos especializados distribuídos por 80 países, a Vertage auxilia empresas a superar desafios relacionados a talentos e execução com maior rapidez, inteligência e controle. Com um volume bruto de faturamento de US$ 10 bilhões, a Vertage tem como objetivo transformar insights em ações e cada projeto em impulso para o que vem a seguir.
Metodologia de pesquisa
A Opinium Research realizou uma pesquisa online de 15 minutos, entre 6 e 24 de julho de 2026, com 800 tomadores de decisão em empresas e 1.200 profissionais contratados por prazo determinado nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Índia, Bélgica e Países Baixos. Os tomadores de decisão ocupavam cargos de alta gestão nível C-suite, ou detinham responsabilidade decisória nas áreas de compras ou tecnologia, atuando em empresas com pelo menos 1.000 funcionários — ou, no caso dos Estados Unidos, com pelo menos 2.000 funcionários. O estudo também incluiu 10 entrevistas aprofundadas, com duração de 45 minutos cada, realizadas com tomadores de decisão seniores de clientes da Vertage que são responsáveis por — ou exercem influência sobre — áreas como compras, tecnologia, estratégia de força de trabalho, transformação organizacional ou a execução de grandes projetos.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.
Ver a versão original em businesswire.com: https://www.businesswire.com/news/home/20261015940883/pt/
Contato:
Contato Mídia
Alice MacDonald
Gerente de Comunicação
Fonte: BUSINESS WIRE





