Cerca de 80 mil cães morreram com coronavírus canino na década de 1980

Cerca de 80 mil cães morreram com coronavírus canino na década de 1980

Saúde
O vírus que matou milhares de cães é diferente dos coronavírus que provocam gripes e resfriados e do novo coronavírus, que surgiu no ano passado na China

O coronavírus canino matou cerca de 80 mil cachorros em São Paulo entre 1980 e 1988. Reportagens do Estadão e do Jornal da Tarde mostraram, na época, os efeitos da doença sobre os cães. Nas matérias, os jornais falavam sobre a epidemia e relatavam o esforço de veterinários e tutores para proteger os animais.

Diferente dos coronavírus que provocam gripes e resfriados e do novo coronavírus, que surgiu no ano passado na China, o coronavírus canino gerava uma patologia gastrointestinal, levando a sintomas como falta de apetite, prostração, diarreia e vômitos. Filhotes eram as principais vítimas fatais da doença.

O tratamento envolvia hidratação com soro e uso de antibióticos. Muitos animais contraíram a doença em nível mais brando e se recuperaram após receberem os cuidados necessários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Vacinas com alto nível de eficácia contra a doença passaram a ser comercializadas no final da década de 1980.

Coronavírus canino noticiado pelo Jornal da Tarde em 26/9/80 (Foto: Acervo/Jornal da Tarde)

Vacinas com alto nível de eficácia contra a doença passaram a ser comercializadas no final da década de 1980.

Notícia do Estadão publicada em 21/04/88 (Foto: Acervo/Estadão)
Cão recuperado da doença em 1988 (Foto: Acervo/Estadão)

Fonte: ANDA

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *