Presos do regime fechado de Itacoatiara recebem orientações para prevenção ao novo coronavírus

Presos do regime fechado de Itacoatiara recebem orientações para prevenção ao novo coronavírus

Cidade

A iniciativa faz parte das providências adotadas pela Comarca de Itacoatiara para evitar a propagação do coronavírus entre a população carcerária

Nesta semana, os 113 presos que cumprem pena em regime fechado no Município de Itacoatiara (distante 270 quilômetros de Manaus) receberam orientações para evitar o contágio pelo novo coronavírus. A ação de orientação foi realizada na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) com a participação do juiz titular da 1ª Vara da comarca, Saulo Góes, e de profissionais do sistema público, incluindo médicos; enfermeiros e técnicos em enfermagem que atuam na unidade prisional.

A iniciativa faz parte das providências adotadas pela Comarca de Itacoatiara para evitar a propagação do coronavírus entre a população carcerária, agentes penitenciários e servidores da Justiça na comarca.

“Estamos tomando as providências necessárias a fim de preservar a saúde de magistrados, dos servidores e das pessoas que estão inseridas no sistema penitenciário. Nesse momento, preservar as vidas é o nosso objetivo”, explicou o juiz Saulo Góes ao visitar a unidade prisional e evidenciar que medidas semelhantes já foram tomadas, também, com presos do grupo de risco e dos regimes aberto e semiaberto.

Na UPI, foram repassadas aos apenados informações sobre a doença, com dados oficiais do Ministério da Saúde, assim como os protocolos vigentes sobre a prevenção e as recomendações de higiene individual utilizadas para o combate à pandemia.

O juiz Saulo Góes destacou, ainda, que está sendo realizado um controle rígido da população carcerária na identificação daqueles que, por ventura, apresentem sintomas da doença e, assim, se evite a propagação da covid-19, dentro do sistema prisional de Itacoatiara. “Em meio ao preocupante cenário mundial, oferecer informações às pessoas é de fundamental importância para o enfrentamento da doença”, concluiu o juiz.

 

 

Fonte: ASCOM/TJAM

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *